quarta-feira, 18 de maio de 2011

Como é doce o amor

Muito Bom!.. Acredito que não exista falta de amor. O que acabam com os relacionamentos é a falta de respeito, o egoísmo e a falta de equilíbrio em negociar o que é bom para os dois. Aproveite e reflita!

Madame Sadala



Sandra Maia . 17.05.11 - 12h43 - Yahoo!

Como é doce o amor

Como é gostoso estar em uma relação de amor onde dois interagem de forma apaixonada, delicada e cheia de gentileza e respeito. Como é bom amar e ser amada. Como é bom experimentar essa certeza de que – sim –, aconteça o que acontecer, o outro estará lá para nós! Melhor ainda é ver casais jovens ou mais velhos vivendo essa experiência.

Sabe aquela coisa do olho no olho!? Aquele abraço que não quer desgrudar, aquelas conversas que alimentam a alma, o ser, aquela relação que no mantemos porque é bom!? Porque escolhemos? Porque queremos!?

É, caro leitor. Isso não tem preço.

E, se acontece nos romances, no cinema, nas telenovelas, acontece também na vida. E entendo que a maneira de começar uma relação faz toda a diferença. Se temos urgência, temos pressa, queremos esquecer um outro qualquer, queremos resolver nossos problemas, seja de que ordem for, talvez não tenhamos sucesso a longo prazo…

Esquecemos a parte boa. Vamos logo para o “finalmente” e deixamos de prestar atenção em nós, no outro, no ser. Começamos, nesse contexto, com uma troca de interesses que nem sempre tem como base o amar, o entregar-se de corpo e alma, o escolher uma parceria para uma vida. Está mais para ficar ou, ainda, dar e cobrar o receber na mesma moeda, da mesma maneira – o que nem sempre é possível.

Mas vamos voltar ao encantamento… As relações que dão certo! O que quero crer é que muitas dessas relações cheias de um amor quase incondicional demandam um tempo para se concretizar. Um casamento não é construído do dia para a noite. Uma relação de amor tão pouco.

Inteiros É preciso que estejamos inteiros. É preciso que o outro esteja inteiro. É preciso que haja uma escolha diária. Depois, há que usar e abusar da sedução, do despertar no outro tudo o que queremos que este perceba em nós. Seja pelo andar, pelo falar, por tudo o que emanamos e que nos retrata. E, para que isso seja possível a auto-estima tem de estar no lugar. A auto-confiança idem.

Precisamos estar plenos para, então, encantar um outro também pleno. Vale compreender que, enquanto seduzimos, precisamos deixar para o outro uma brecha, um espaço para que se sinta à frente da conquista. Sim! Assim como gostamos e queremos ser conquistadas, está na essência do masculino essa característica.

E, então, se seduzir demanda não mostrar tudo de uma só vez, é mais leve, mais estratégico, conquistar é como ir a uma batalha. Está tudo às claras, todas as armas são declaradas, toda a força é permitida…

Vale aqui uma reflexão. Será que começamos nossas relações com a calma necessária para que a entrega seja um acontecimento? Será que nos damos esse tempo? Será que olhamos para dentro, entendemos o que estamos sentindo com tempo para também observar o outro?! Será que se fizéssemos diferente teríamos mais êxito? Mais sucesso em nossas possibilidades?

Faça uma reflexão comigo. Será que a estratégia de Steve Jobs da Apple para o iPhone teria tanto sucesso se este fosse vendido por aí, à baciada? Será que o iPad teria o sucesso que tem se fosse encontrado em qualquer esquina por qualquer preço!? Será que se a embalagem não fosse absolutamente perfeita e clássica, o produto seria assim tão desejado!?

Pois é! No marketing fica fácil compreender que despertar o desejo faz parte do processo de construção de marcas fortes. Na vida pessoal entendo não ser muito diferente. E, então, qual vai ser a sua escolha?! Na próxima saída, será que dá para pegar leve?! Dá para ir devagarinho meio que pisando em ovos até se ter a certeza do passo a tomar!? Por que o desespero? Por que a pressa?

Será que, para dar certo, não vale investir em tempo!? Bem, fica aqui o convite. Me manda sua história – foi assim, arrebatadora, ou construída aos poucos? Teve sucesso ou se transformou num problema? Fazer escolhas nem sempre é fácil. Demanda força, disciplina, estratégia e, acima de tudo, a compreensão de onde estamos e para onde queremos ir. Então, saber quem vamos querer que nos acompanhe fica mais fácil.

Escolhas, sempre escolhas…

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