segunda-feira, 27 de abril de 2009

há momentos na vida em que procuramos a todo custo abrir as portas das celas que nos mantém emocionalmente cativas;
lutamos, tentamos de tudo, desesperadas, sem medir esforços procurando a liberdade; procuramos até um culpado, um vilão, um tirano, que jamais nos deixará libertas;
estas portas só podem ser abertas por dentro, e as chaves, normalmente, encontram-se escondidas debaixo de nossos travesseiros.

Zelda Kirmann

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